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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Veterinário tira dúvidas sobre anemia infecciosa equina no quadro Doutor Pecuária

Principais vias de transmissão são carrapatos, piolhos, moscas e morcegos


Sandro Fávero
Foto: Sandro Fávero
Doença pode atacar o fígado, baço, rins e pulmão

No quadro Doutor Pecuária do Jornal da Pecuária, o veterinário Thiago Centini fala sobre anemia infecciosa equina, uma doença viral de notificação obrigatória.
As principais vias de transmissão são carrapatos, piolhos, moscas e morcegos. O vírus sobrevive bem em regiões e solos úmidos onde há muita chuvas, por isso, apresenta certa sazonalidade. Os principais órgãos atacados são o fígado, baço, rins e pulmão, causando degeneração e fragilidade capilar, que leva à hemorragia e à anemia.
Somente o médico veterinário cadastrado no Ministério da Agricultura pode realizar o teste e emitir o atestado oficial.
Thiago Centini explica que após o proprietário constatar a anemia, ele deve diagnosticar qual foi a causa.
– É preciso identificar a causa para fazer o tratamento específico.
Existem diferenças entre a anemia comum e a  infecciosa. No  segundo caso, o animal precisa ser sacrificado.
– Feito o diagnóstico, ele é notificado pelo Ministério da Agricultura e depois é sacrificado.

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