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Blog dedicado a divulgar as ações desenvolvidas pela SMAPP do Olho D`água do Borges

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Emater-RN e IDIARN realizam treinamento para vacinadores da febre aftosa


Na manhã desta sexta-feira (25), foi aberto o I Treinamento para Vacinadores. O evento que acontece na Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ), município de Macaíba, foi iniciado às 8h com a aula teórica. O período da tarde é dedicado à atividade prática. O treinamento é uma realização do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN), com a Prefeitura de Macaíba, em parceria com o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RN).
O objetivo é treinar os vacinadores visando evitar enfermidades provocadas pelo método errado de aplicação das vacinas no pescoço dos animais, local onde ocorrem abscessos. Segundo Fabiana Lo Tierzo, veterinária do IDIARN, são cerca de 360 pessoas sendo capacitadas, entre elas técnicos do instituto, vacinadores e alunos da Escola Agrícola.
A programação consta de atividades envolvendo os seguintes temas: Boas Práticas de Vacinação, Bem Estar Animal, Normas Legais do IDIARN e Práticas de Vacinação.  A equipe de instrutores é composta por veterinários do IDIARN e da EAJ.
Fabiana lembra para o período para aquisição da vacina que acontece no período de 1º a 30 de novembro. “Depois desse período só será possível adquirir a vacina com autorização do IDIARN”. Após o período da campanha, os criadores devem declarar a vacinação, no prazo de até 15 dias, nas unidades locais do IDIARN e nos escritórios a Emater/RN.

Projeto RN Sustentável impulsionará agricultura familiar em todo o estado


A agricultura familiar do Rio Grande do Norte terá um impulso na execução de programas e projetos com a garantia da aplicação de US$ 81 milhões procedentes do Projeto RN Sustentável. A afirmação é da governadora Rosalba Ciarlini, durante o lançamento ontem (29), em solenidade na Escola de Governo D. Eugênio Sales, no Centro Administrativo, em Natal. O evento contou com a presença da presidente do Banco Mundial para o Brasil, Deborah Wetzel, e demais autoridades federais, estaduais e municipais.
O objetivo do Projeto RN Sustentável, especificamente na agricultura familiar, é apoiar financeiramente as iniciativas de negócios para pequenos projetos produtivos, desenvolver as cadeias produtivas, apoiando as comunidades dos territórios rurais com maior dificuldade na geração de emprego e renda, através da criação de oportunidades nas áreas rural e urbana, com foco na inclusão social e na sustentabilidade ambiental.
No que se refere ao Desenvolvimento Regional Sustentável, a previsão é que o projeto beneficie aproximadamente 20 mil famílias de agricultores familiares, representando quase 70 mil pessoas em todas as regiões do estado.
A estimativa é que sejam operacionalizados 1.660 subprojetos para atividades, nas seguintes áreas: cajucultura, agricultura irrigada, setor têxtil  e de confecções, pequenos negócios voltados à economia solidária, atividades culturais e turismo.

Pesquisa mostra que 29% dos alimentos têm resíduos de agrotóxicos

36% das amostras de 2011 e 29% das amostras de 2012 tinham a presença dos produtos

por Agência Brasil
 Shutterstock
Em alguns alimentos foram encontrados defensivos proibidos no Brasil como azaconazol e tebufempirade (Foto: Shutterstock)

O resultado do monitoramento do último Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (2011/2012) revelou que 36% das amostras de 2011 e 29% das amostras de 2012 apresentaram a presença de agrotóxicos. Na avaliação da agência, é preciso investir na formação dos produtores rurais e no acompanhamento do uso do produto.

Existem dois tipos de irregularidades avaliadas, uma quando a amostra contém agrotóxico acima do limite máximo de resíduo permitido e outra quando a amostra apresenta resíduos de agrotóxicos não autorizados para o alimento pesquisado. O levantamento revelou ainda que dois agrotóxicos nunca registrados no Brasil, o azaconazol e o tebufempirade, foram encontrados nas amostras de alimentos, o que pode significar que estes alimentos entraram no país contrabandeados.

Em 2011 o pimentão foi o produto analisado que teve o maior número de amostras com irregularidades. Das 213 amostras analisadas, 84% tiveram uso de agrotóxico não autorizado no Brasil, 0,9% tinham índices acima do permitido e 4,7% tinham as duas irregularidades. Em seguida vieram cenoura, com 67% de amostras irregulares; pepino, com 44%, e a alface, com 42%. Em 2012, o morango apareceu com 59% de irregularidades nas amostras e novamente o pepino, com 42%.

A agência explica que alguns agrotóxicos aplicados nos alimentos agrícolas e no solo têm a capacidade de penetrar em folhas e polpas. Por isso, a lavagem dos alimentos em água corrente e a retirada de cascas e folhas externas, apesar de contribuem para a redução dos resíduos de agrotóxicos, são incapazes de eliminar aqueles contidos em suas partes internas.

O atual relatório traz o resultado de 3.293 amostras de treze alimentos monitorados, incluindo arroz, feijão, morango, pimentão, tomate, dentre outros. A escolha dos alimentos foi baseada nos dados de consumo levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na disponibilidade dos alimentos nos supermercados e no perfil de uso de agrotóxicos nos alimentos.

Para a Anvisa, o aspecto positivo do programa é a capacidade dos órgãos locais em identificar a origem do alimento e permitir que medidas corretivas sejam adotadas vem aumentado. Em 2012, 36% das amostras puderam ser rastreadas até o produtor e 50% até o distribuidor do alimento.

A Anvisa coordena o programa de análise de resíduos em conjunto com as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios participantes, que fizeram os procedimentos de coleta dos alimentos nos supermercados e de envio aos laboratórios para análise. Assim, é possível verificar se os produtos comercializados estão de acordo com o estabelecido pela agência.

Henrique Alves garante novo leilão de milho para o Rio Grande do Norte

Atendendo a mais um pleito dos produtores potiguares, por meio do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, o diretor de Operações e Abastecimento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Marcelo Melo, realizou novo leilão de milho para ração animal destinado aos criadores do Rio Grande do Norte.

Dessa vez foram adquiridas, em pregão eletrônico, 4,7 mil toneladas de milho ensacado para abastecer os armazéns de Natal, Currais Novos e Mossoró. O milho vai atender os produtores rurais cadastrados através do programa de venda Balcão Conab. Para Natal são 2.248 toneladas. Currais Novos vai receber um carregamento de 1.000 toneladas e Mossoró 1.500 toneladas de milho.

O total de milho adquirido pela Conab para o Rio Grande do Norte, em outubro, é de 10.284. O deputado 
Henrique Alves reforçou o apelo feito a Conab para regularizar os estoques, uma vez que, em função da seca, a demanda por milho com preço subsidiado nos balcões de venda da Conab tem sido maior que as remessas que chegam ao estado.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Leite atinge maior valor real desde 2000, de acordo com o Cepea

Valor, descontada a inflação, é o maior desde o início da série histórica

por Globo Rural On-Line
Jorge dos Santos
Descontada a inflação, o produtor recebeu pelo leite 21,7% a mais que em setembro do ano passado, de acordo com o Cepea (Foto: Jorge dos Santos/Ed. Globo)

Contrariando as expectativas do mercado, que apontava para estabilidade nos preços, o leite voltou a subir em setembro, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que divulgou nesta segunda-feira (30/9) relatório de mercado.

Com a oitava alta consecutiva, os preços atingiram o maior nível desde o início da série histórica do Cepea, iniciada em 2000, em valores reais, já descontada a inflação. O valor bruto pago ao produtor (incluindo frete e impostos) chegou a R$ 1,1162 por litro, um aumento de 2,8% em relação a agosto. Em relação a setembro de 2012, o aumento foi de 21,7%.

Os preços foram deflacionados pelo IPCA de agosto. De acordo com o Cepea, a valorização ocorreu mesmo com o maior volume comprado pelos laticínios em agosto. A captação de leite foi impulsionada pelo Sul do Brasil.

“Este avanço na produção (no Sul) continua atrelado ao maior poder de compra do pecuarista em relação à alimentação concentrada e também à qualidade da silagem fornecida no cocho, que juntas aumentam o desempenho das vacas em lactação. Já nos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, a captação de leite se manteve praticamente estável em agosto, movimento condizente com este período de entressafra de pastagens.”


Derivados


O Cepea informou que, no mercado paulista, o leite UHT registrou preço médio de R$ 2,34 por litro, queda de 0,14% em relação a agosto. O queijo muçarela ficou praticamente estável na mesma comparação (-0,04%), com preço médio de R$ 13,17 o quilo.

“A demanda começou a esfriar e a oferta de leite, aumentar, cenário que pode pressionar os valores destes derivados nos próximos meses”, avaliou a instituição, no relatório.

Para o mês de outubro, a expectativa da maior parte dos agentes de mercado consultados pelo Cepea é de estabilidade nos preços.

ABIPECS: Exportações de carne suína caem quase 24% em setembro

Rússia continua como principal mercado em 2013

por Globo Rural On-Line
Editora Globo
Santa Catarina foi o estado que mais exportou carne suína no acumuladodo ano (Foto: Ed. Globo)

As exportações brasileiras de carne suína caíram em volume e em receita no mês de setembro em comparação com o mesmo período de 2012. O Brasil exportou 45.996 toneladas e contabilizou receita de US$ 123,65 milhões, o que representou retração de 23,90% em volume e 21,56% em valor. O preço médio, porém, aumentou 3,07% (US$ 2,688 por tonelada).

Redução de abates, reação dos preços, consumo interno e dificuldades de logística nos portos são fatores que repercutiram nos números de acordo com Eduardo Saldanha Vargas, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS). “Devemos considerar também que setembro é o mês de negociações de preços e volumes para os principais mercados do Brasil, especialmente para as vendas do final do ano”, explica.

No acumulado do ano, as vendas externas atingiram 389.289 toneladas, queda de 9,09% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita foi de US$ 1,013 bilhão – uma redução de 6,88% ante janeiro-setembro de 2012.


Mercados
A Rússia continua como primeiro mercado para os embarques brasileiros de carne suína em 2013, com participação de 26,87%. No ano, as vendas para o mercado russo somaram 104.591 t e US$ 311,08 milhões, o que representa um aumento de 6,04% em volume e 10,38% em valor. Porém, em setembro, os embarques caíram 42,57% em volume (9.655 toneladas) e 29,82% (US$ 32,2 milhões) em receita, para a Rússia, na comparação com setembro de 2012.

No ano, Hong Kong fica em segundo lugar como destino das vendas brasileiras de carne suína, com participação de 23,41%. De janeiro a setembro, a queda foi pequena em volume (menos 1,74%, o equivalente a 91.120 toneladas) e em valor (menos 2,28%, ou US$ 219,33 milhões). Em setembro, a redução foi de 1,18% em toneladas (9.844 toneladas) e 10,97% em receita (US$ 22,73 milhões).

O terceiro principal destino das exportações brasileiras de carne suína é a Ucrânia, tanto no ano (participação de 14,18%) como no mês de setembro. No acumulado de 2013, as vendas para a Ucrânia caíram 45,13% em volume (55.183 toneladas) e 39,23% em receita (US$ 157,12 milhões). Em setembro, a queda foi maior: 51,79% (8.360 toneladas) na comparação com igual mês de 2012.

A Argentina, que foi um dos cinco primeiros clientes do Brasil, já não figura mais no ranking: no acumulado de 2013, Rússia, Hong Kong, Ucrânia, Angola e Cingapura foram os maiores compradores do produto.

As vendas para o vizinho mercado argentino diminuíram 83,22% em setembro, em volume (apenas 629 toneladas), e 84,20% em receita (US$ 1,88 mil). De janeiro a setembro, os embarques para a Argentina foram reduzidos em 37,15% em volume (10.402 toneladas) e 36,45% em valor (US$ 33 milhões).

O Japão, cujo mercado foi aberto recentemente, está importando aos poucos, pois há especificações para os produtos que os japoneses demandam.

Os principais estados exportadores brasileiros no período janeiro-setembro foram Santa Catarina (131.749 toneladas), Rio Grande do Sul (122.922 toneladas), Goiás (52.774 toneladas), Minas Gerais (34.401 toneladas) e Paraná (30.718 toneladas).

Conab anuncia nova remessa de milho para o RN

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), através do Diretor de Abastecimento, Marcelo Melo, anunciou o resultado de mais um leilão para a compra de milho que será enviado ao Rio Grande do Norte. O leilão, realizado no último dia 14, vai destinar para Assu 1.000 toneladas. Caico também vai receber 1.000 toneladas de milho para ração animal. O armazém da Conab de Umarizal foi contemplado com outras 1.000 toneladas, bem como o de João Câmara.
Já o município de Lages vai receber 500 toneladas para os produtores e criadores dos municípios da região Central do estado. No total a Conab comprou 5.500 toneladas de milho. Para o mês de novembro serão enviadas outras 8.000 toneladas.