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Blog dedicado a divulgar as ações desenvolvidas pela SMAPP do Olho D`água do Borges

terça-feira, 16 de julho de 2013

Chuvas não prejudicarão lavouras da safrinha de milho esta semana

Com o tempo seco da última semana, colheita se manteve acelerada no Brasil

por Globo Rural On-line
 Shutterstock
No Paraná, apenas a qualidade dos grãos poderá sofrer um perda maior devido ao excesso de umidade (Foto: Shutterstock)

Uma nova frente fria irá se formar no final desta semana no Sul do Brasil, levando chuvas mais generalizadas às regiões produtoras de milho do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, haverá novas interrupções nos trabalhos de colheita, mas diferentemente de junho, essas chuvas não trarão danos à cultura, até porque serão chuvas rápidas e de baixa intensidade. E mesmo com o avanço de uma massa de ar polar no final de semana e, consequentemente, a queda nas temperaturas, não haverá danos aos milharais, pois não haverá formação de geada. Com o tempo seco dessa última semana, os trabalhos de colheita do milho se mantiveram em ritmo acelerado em todas as regiões produtoras do Brasil.
No Mato Grosso, o percentual de área colhida esta em 38%, valor um pouco abaixo do observado no mesmo período do ano passado, que era de 41%. Em Goiás, 30% das áreas já foram colhidas, enquanto no ano passado esse valor era de 32%. Porém, em ambos os Estados, o que se observa são índices de produtividade muito bons, superando em algumas localidades as estimativas
iniciais de produtividade.

Entretanto, em algumas propriedades da faixa oeste do Mato Grosso, como Sapezal e Campo Novo do Parecis, algumas lavouras vêm apresentando reduções nos índices de produtividade, por causa das chuvas do começo do mês. Mas como são casos pontuais, não haverá prejuízos à
produção estadual.

No Paraná, apesar da longa paralisação nos trabalhos de colheita referente às chuvas de junho, o percentual de área colhida está em 12%, um valor um pouco abaixo do valor registrado no mesmo período do ano passado que era de 14%. Com o avanço da colheita, algumas áreas vêm apresentando reduções significativas nos índices de produtividade, pois essas áreas foram drasticamente afetadas pelas chuvas de junho, sendo que em algumas lavouras as perdas chegam próximas dos 100%, uma vez que foram totalmente alagadas.

Mas de certa forma, a produção paranaense de milho 2 safra será boa esse ano, com perdas que não deverão ultrapassar os 5%. Apenas a qualidade dos poderá sofrer um perda maior devido ao excesso de umidade, consequentemente uma maior porcentagem de grãos ardidos.

Essa mesma situação está sendo observada no Mato Grosso do Sul, onde com 15% das áreas colhidas no Estado, às perdas nos índices de produtividade com as chuvas não ultrapassam aos 5%, porém, o percentual de grãos ardidos é um pouco maior. Mas com a volta do tempo seco nesses últimos dias, a condição das lavouras melhorou muito, retomando as boas perspectivas para a safra esse ano no Estado. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Somar Meteorologia.

Meio Ambiente aprova mais rigor no controle de agrotóxicos pulverizados

Medida é importante para reduzir dispersão para áreas vizinhas e para punir responsáveis em caso de danos

por Globo Rural On-line
 Shutterstock
Estudos apontam que somente 30% dos agrotóxicos pulverizados nas plantações permanecem na planta Foto: Shutterstock

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta (PL 3615/12) que obriga empresas de aviação agrícola a enviar, aos órgãos responsáveis pela agricultura e pela proteção do meio ambiente da União, dos estados e do Distrito Federal, cópias das receitas agronômicas utilizadas na compra e na aplicação de agrotóxicos.

Para a relatora, deputada Marina Santanna (PT-GO) a medida é importante não apenas para reduzir a dispersão dos agrotóxicos para áreas vizinhas como para permitir a punição dos responsáveis em caso de dano à saúde da população ou ao meio ambiente. “O contratante do serviço e o aplicador profissional devem responder solidariamente”, defende.

De acordo com a proposta, apresentada pelo deputado Padre João (PT-MG), as receitas devem ser encaminhadas aos órgãos responsáveis anualmente acompanhadas de relatório sobre operações aéreas realizadas.

Segundo Mariana Santannna, estudos apontam que somente 30% dos agrotóxicos pulverizados nas plantações permanecem na planta. “O preocupante é que o restante irá para o solo ou para o ar nas regiões circunvizinhas à aplicação”, lamenta.

Tramitação

O texto segue para análise conclusiva nas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-3615/2012
(Com informações da Agência Câmara.)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Criadores de gado do PI aceleram vacinação contra febre aftosa

Criadores do estado vacinam este mês o rebanho.
Cerca de dois milhões de animais devem ser imunizados.

Do Globo Rural
 
 
 

O município de Valença do Piauí, localizado há 210 quilômetros de Teresina, tem o sétimo maior rebanho bovino do estado. São mais de 70 mil cabeças de gado, que agora tem pasto a vontade, cenário diferente do ano passado, quando a estiagem reduziu a oferta de alimento e prejudicou até o calendário de vacinação contra a febre aftosa.
Na última campanha, o Piauí vacinou quase 98% do rebanho, foram aproximadamente 1,6 milhão de cabeças de gado.
Além de prevenir contra a aftosa, o criador que vacina garante o deslocamento do animal vacinado para qualquer lugar do Brasil sem correr o risco de levar uma multa.
Depois da vacina, os criadores devem informar às autoridades sanitárias para que certifiquem o rebanho. O prazo para vacinação vai até o final de julho e até 15 de agosto para enviar os comprovantes aos órgãos de defesa animal do estado.
Quem perder a data pode ficar sem alguns benefícios oferecidos pelo governo.

Não faltam apenas médicos no Brasil, agrônomos também

 

A falta de engenheiros agrônomos no mercado tem efeitos no trabalho com pequenos agricultores no campo, pois a maioria dos profissionais está nos escritórios de empresas.
O Governo cogita resgatar a Agência de Assistência Técnica e Extensão Rural para auxiliar os produtores.
Ouça o comentário de Bruno Blecher no CBN Agronegócios desta semana.

Carne bovina tem recorde de US$ 3 bi enquanto a suína registra queda no 1º semestre

Cadeia de suínos deve se recuperar com o recuo do embargo aos produto brasileiro nos próximos meses

por Estadão Conteúdo
Ernesto de Souza
Brasil tem compensado queda na variação do preço médio da carne bovina com a conquista de novos mercados e ampliação da quantidade de carne exportada
A exportação de carne bovina no primeiro semestre alcançou recorde de cerca de US$ 3 bilhões, superando em 13,6% o resultado do mesmo período do ano passado (US$ 2,641 bilhões). O resultado faz parte de levantamento da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), divulgado nesta quinta-feira (11/7).

O volume exportado no período foi de 674,7 mil toneladas, o que corresponde a um aumento de 21% em comparação com igual intervalo de 2012, quando foram exportadas 557,3 mil toneladas.

O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, informou em comunicado que estes números mostram que o setor está no caminho certo para fechar o ano com um faturamento superior a US$ 6 bilhões.

Segundo ele, os frigoríficos brasileiros têm conseguido compensar a queda na variação do preço médio da carne com a conquista de novos mercados e a ampliação da quantidade de carne exportada. Camardelli disse, ainda, que o setor tem trabalhado para ampliar a fatia de negócios em regiões importantes, como Europa, Ásia e Oriente Médio.

Conforme a Abiec, a ampliação das exportações para Hong Kong, líder do ranking de compradores internacionais da carne bovina brasileira, é um exemplo dos esforços que têm sido feitos para elevar as vendas. As exportações para a região cresceram 67,7% no semestre, ante 2012. Também foram significativas as exportações para Irã, com 98,4% de crescimento, e Argélia (+60,7%).

A carne bovina in natura é a principal categoria de produto exportada pelo Brasil, totalizando faturamento de US$ 2,3 bilhões e volume exportado de 523,6 mil toneladas.


Suínos

A exportação de carne suína no primeiro semestre teve queda de 10,52%, para 240.515 toneladas, em comparação com igual período de 2012. O Brasil faturou no período US$ 630,26 milhões, queda de 8,31% ante mesmo intervalo do ano passado. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), divulgados também hoje.

Nos seis primeiros meses do ano, a Rússia foi o principal destino da carne suína brasileira e respondeu por 28,71% das exportações, seguida por Hong Kong, com 25,30%, e Ucrânia, com 10,55%. Com relação ao faturamento, a sequência é a mesma: Rússia em primeiro lugar, com 31,93% da receita, Hong Kong com 23,73%, e Ucrânia com 11,62%.

No mês passado, o Brasil exportou 40.626 toneladas de carne suína, queda de 7,49% em relação a junho de 2012. A receita foi de US$ 98,49 milhões, retração de 9,14%. O preço médio também caiu 1,79% no período.

O presidente da Abipecs, Rui Vargas, disse em comunicado que os números estão refletindo a suspensão temporária, a partir de 20 de março, pela Ucrânia. A retomada da exportação de carne suína para a Ucrânia, desde 19 de junho, deve aparecer em números a partir da segunda quinzena de julho deste ano, e se vislumbra uma perspectiva positiva de recuperação gradativa no decorrer do segundo semestre.

A Abipecs reforça que a perspectiva é positiva para o segundo semestre. A principal alavanca para a recuperação do desempenho das exportações poderá ser o mercado japonês, no qual o setor deposita boas expectativas a curto, médio e longo prazo.

Outro aspecto a ser ressaltado, segundo Vargas, é o resultado positivo do setor no mercado russo, em virtude da missão veterinária que visita o Brasil neste mês. Conforme Vargas, esse quadro deve ajudar a melhorar os números defasados do mercado interno em termos de preços e volumes

quinta-feira, 11 de julho de 2013



COMUNICADO

Senhores usuários do matadouro público de Olho D’água do Borges, a secretaria municipal de agricultura,da pecuária e da pesca comunica que a partir de segunda-feira dia 22 de Julho de 2013 será proibido a entrada e permanência de usuários dentro das dependências do matadouro sem a vestimenta adequada ( calça, camisa e bota branca). Caso este aviso seja ignorado será solicitado a retirada do mesmo dentro da dependência do matadouro.


Criadores devem informar rebanho vacinado até 15 de julho




aftosa2

Após o término do período de vacinação contra a Febre Aftosa, no último dia 30 de junho, os criadores do estado precisam informar os dados de vacinação até o próximo dia 15 de julho, nas Unidades Locais do IDIARN ou da Emater-RN em todo o estado.
Essa informação é tão importante quanto a vacinação, pois é requisito para que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) mude a classificação atual do RN, certificando como “Área Livre de Aftosa com Vacinação”. Atualmente o Rio Grande do Norte está classificado como de “Área de Médio Risco”.
Conforme já anunciado pelo ministro Antônio Andrade, em maio último, na ocasião do lançamento da Campanha Estadual de Combate da Aftosa no RN, a reclassificação para “Área Livre da Febre Aftosa com Vacinação” ocorrerá envolvendo o bloco dos seis estados nordestinos restantes, abrindo as fronteiras do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Ceará para a livre comercialização dos seus rebanhos.
O Secretário de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), José Teixeira de Souza Júnior (Júnior Teixeira) está empenhado para que o RN conquiste essa importante certificação. Para 2013, o RN precisa ampliar a cobertura vacinal de 80% para 90%. Para tanto, é necessário que se faça a atualização do cadastro do rebanho existente nas propriedades, uma vez que a forte seca dizimou centenas de animais. Para isso, é fundamental que após vacinar o rebanho, os criadores procurem, até o dia 15 de julho, as unidades do IDIARN ou da Emater-RN para fazer a Declaração de Vacinação.
Conforme dados do Ministério da Agricultura, em 2012 os rebanhos do Rio Grande do Norte somavam 1.090.579 bovinos e 2.495 bubalinos, totalizando 1.093.074 animais. Esses dados devem ser atualizados, recontando o rebanho existente para que seja feito o cálculo correto para a verificação do crescimento do índice vacinal, conforme as exigências do MAPA.
Até agora os criadores potiguares acumulavam prejuízos com os impedimentos legais impostos às “Zonas de Risco Médio” para a Febre Aftosa. A reclassificação do estado representa a garantia da sanidade do nosso rebanho e o fortalecimento de todo sistema de defesa sanitária. O novo status possibilita um grande impulso econômico para o segmento agropecuário, abrindo as portas dos mercados nacional e internacional para a comercialização dos animais e produtos e para a participação em grandes feiras e exposições por todo o país.
O IDIARN destaca que Declaração de Vacina é obrigatória e necessária também para que o criador possa solicitar ao órgão a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), para transportar seu rebanho pelo estado. A diretora geral do órgão, Leonice Freitas, informa ainda que a multa para quem vacina e não declara chega a R$ 212,00 por animal. Também a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) vai fortalecer a campanha e, a partir do dia 16 de julho, vai exigir a Declaração para a venda de milho subsidiado aos produtores.
O RN está investindo ainda na ampliação das funções do Sistema de Integração Agropecuária (SIAPEC) do IDIARN, que além de ampliar sua capacidade de monitoramento dos animais, implantou, desde fevereiro, alguns serviços on-line, como a emissão de “GTA-Eletrônica” e o controle de revenda das vacinas pelos postos de venda de todo o estado. O Sistema vai permitir que todo o volume de vacinas comercializado seja acessado pelo IDIARN em tempo real, identificando a origem e destino final do produto.
A campanha anual contra a Aftosa é realizada em duas etapas, sendo que a segunda será em outubro e faz parte do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) do MAPA. Uma política permanente que é executada com a participação dos governos estaduais, representados pelas secretarias estaduais de agricultura e instituições vinculadas, que são responsáveis pela execução do PNEFA no âmbito estadual. O Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN), vinculado à Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), é responsável pelo controle e erradicação da febre aftosa no estado, e conta, para tanto, com o apoio da Emater-RN.
O Programa cumpre diretrizes internacionais e o que está definido na Instrução Normativa nº 44, de 2 de outubro de 2007 que estabelece as diretrizes gerais para a Erradicação e a Prevenção da Febre Aftosa. Conforme a IN-44/07, ter a certificação como “Área Livre de Aftosa com Vacinação” significa o reconhecimento pelo MAPA de um o espaço geográfico com as seguintes condições: ausência de ocorrência de focos e de circulação viral pelos prazos estabelecidos; existência de adequado sistema de vigilância sanitária animal; existência de marco legal compatível; e presença de uma adequada estrutura do serviço veterinário oficial.
Para mais informações sobre as ações de combate da Febre Aftosa: SAPE: (84) 3232-1140; IDIARN (Chefia de Gabinete): (84) 3232-1112, e nos escritórios locais da EMATER.
*Com informações da Assecom Sape-RN