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Blog dedicado a divulgar as ações desenvolvidas pela SMAPP do Olho D`água do Borges

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A PARTI DESTA SEMANA O BLOG ESTARÁ PUBLICANDO MATÉRIAS SOBRE AS PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETE OS NOSSOS ANIMAIS .
 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Secretário do Ministério da Agricultura defende política agrícola plurianual

José Gerardo Fontelles afirma que organização é fundamental para competitividade

Correção
Em nota anteriormente publicada, as declarações dadas pelo secretário-executivo do Ministério, José Gerardo Fontelles, foram incorretamente atribuídas ao presidente do sistema Faesp/Senar SP, Fábio Meirelles.

Bete Duarte
Foto: Bete Duarte / Agencia RBS
Fontelles reforçou que políticas devem atender a culturas como laranja e cacau

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, José Gerardo Fontelles, defendeu nesta quinta-feira, dia 1º de agosto, que todas as políticas permanentes para o setor precisam ser plurianuais. Ele ainda reforçou que as políticas devem atender a outras culturas, além dos cereais, como laranja e cacau.
Fontelles ainda afirmou ser fundamental que produtores se organizem para driblar o processo de verticalização.
– A organização é fundamental para a competitividade – afirmou Fontenelles durante sua participação no seminário "A sustentabilidade do campo", realizado no Auditório do jornal O Estado de S. Paulo, que discute a sustentabilidade no campo.
O secretário-executivo do Ministério da Agricultura também lembrou que o agronegócio é responsável por 20% do Produto Interno Bruto (PIB), 40% das exportações, gera entre 25% e 30% dos empregos do país e ocupa apenas 28% do território nacional. O secretário executivo destacou, ainda, a necessidade de se aumentar a produtividade no campo, como o aumento da eficiência da pecuária, para que a agricultura possa se expandir nas áreas que já estão abertas.

Agência Estado

Estudo mostra que alimentar bovinos com cana-de-açúcar no inverno faz animais ganharem mais peso e qualidade de carcaça

Safra de cana coincide com escassez de pastagens

Bruno de Souza Mesquita – mestrando USP / Divulgação
Foto: Bruno de Souza Mesquita – mestrando USP / Divulgação
Adição de cana-de-açúcar na dieta de bovinos pode ser uma boa alternativa para os produtores alimentarem os animais no inverno

Um estudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, em Pirassununga, no interior de São Paulo, aponta que a adição de cana-de-açúcar na dieta de bovinos pode ser uma boa alternativa para os produtores alimentarem os animais no inverno. Animais que receberam, durante 105 dias, dieta composta por concentrado mais volumoso exclusivo de cana de alta digestibilidade, apresentaram inúmeros benefícios como maior ganho de peso total e diário, e melhor acabamento e rendimento de carcaça.
Segundo o médico veterinário Bruno de Souza Mesquita, que fez dissertação de mestrado sobre o tema, sob a orientação do professor Luis Felipe de Prada e Silva a opção é pertinente:
– Os bovinos precisam ganhar peso durante todo o ano, porém, no inverno, há escassez de pastagens o que atrapalha o desempenho animal. A safra da cana coincide com esse período, o que a torna excelente opção para a manutenção do desempenho animal durante o período seco.
O veterinário explica que já existem algumas variedades de cana específicas para a nutrição animal, sendo que a principal delas, a IAC86-2480, foi a utilizada no estudo.
– Um dos problemas gerais da cana é a sua baixa digestibilidade da fibra. Ela é digerida de forma mais lenta e fica mais tempo retida no rúmen, ocupando espaços que poderiam ser preenchidos por alimentos mais digestíveis. Isso causa um efeito de enchimento físico no animal e o mesmo tem a sensação de saciedade e acaba comendo menos.
Os testes foram realizados com 48 bovinos de corte nelores, não castrados, em confinamento. Antes de fornecer a dieta, foram pesquisadas 9 variedades de cana-de-açúcar e realizados testes em laboratório para avaliar as 2 variedades com maior e menor digestibilidade da fibra. As quatro variedades selecionadas foram cultivadas no campus de Pirassununga.
Os animais foram avaliados diariamente quanto à análise de consumo (cálculo da diferença entre a quantidade de comida oferecida e a que sobrou no cocho). A cada 14 dias, passaram por pesagem e, ao final do experimento, foram submetidos a ultrassonografia para avaliar a qualidade da carcaça.
USP

Pecuaristas investem em cruzamentos e alimentação para reduzir tempo de abate

Circuito Feicorte mostra exemplos da estratégia e como implementá-la


Canal Rural/Reprodução
Foto: Canal Rural/Reprodução
Magno Pereira de Oliveira: "Se você não for competitivo, você é obrigado a vender a fazenda e sair do mercado"

Pecuaristas em Campo Grande (MS) estão conseguindo diminuir o tempo de abate. Conforme exemplos encontrados durante o Circuito Feicorte, a estratégia desses criadores é investir em cruzamentos e alimentação.
– Se você não for competitivo, você é obrigado a vender a fazenda e sair do mercado ou arrendar a propriedade para a plantação de cana – diz o pecuarista Magno Pereira de Oliveira.
Oliveira mudou os procedimentos de sua fazenda há pouco mais de quatro anos. Passou a investir em animais cruzados, com genética diferenciada. Ele também mudou os cuidados com a pastagem. O ganho de peso diário dos animais dobrou, passando para 800 gramas, e o tempo de abate foi reduzido pela metade.
Conforme o zootecnista Alexandre Zadra, as raças europeias são as que melhor complementam a matriz zebu nacional. Elas trazem grande facilidade em ganhar peso quando comem bem.

– O zebu come menos que as raças europeias. Com o cruzamento, o ganho de peso torna-se muito rápido – afirmou Zadra em entrevista ao Jornal da Pecuária.
O Brasil possui o maior rebanho bovino comercial do mundo. No entanto, o abate ainda é tardio: três anos e meio, em média.

Exportações do complexo carne crescem em julho, aponta MDIC

Carne bovina foi destaque em volume e a de frango se destacou em faturamento

por Estadão Conteúdo
 Shutterstock
Carne bovina foi destaque em volume exportado, segundo MDIC

As vendas externas do complexo carnes - suína, bovina e de aves - in natura cresceram tanto em volume quanto em receita em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1/8) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de carne de frango foram o destaque em receita. Já as vendas de carne bovina foram destaque em volume.

Em julho, as exportações de carne de frango in natura somaram US$ 597,2 milhões, avanço de 24,1% ante as de US$ 481,1 milhões de julho de 2012. O volume totalizou 311,4 mil toneladas, incremento de 11,8%, na comparação com as 278,6 mil toneladas de julho do ano passado. Os preços praticados no período subiram 11,1%, para US$ 1.917 a tonelada.

Já as vendas de carne bovina in natura ficaram em US$ 464 milhões, aumento de 22,8% ante as de US$ 377,9 milhões. Os embarques totalizaram 105,1 mil toneladas, incremento de 26,2% com relação às 83,3 mil toneladas exportadas em julho de 2012. Entretanto, foi o único segmento que apresentou queda de preços no período, de 2,7%, para US$ 4.414 a tonelada.

As exportações de carne suína in natura somaram US$ 114,6 milhões, alta de 19,3% ante US$ 96,1 milhões de julho de 2012. Os volumes registraram incremento de 15,7%, passando de 37,6 mil toneladas para 43,5 mil toneladas. Os preços praticados subiram 3,2%, para US$ 2.634 a tonelada. Os resultados, em grande parte, foram impulsionados pela retomada das vendas à Ucrânia.

Comparação mensal
O comportamento se repete na análise das vendas externas de julho ante junho. O volume embarcado de carne de frango subiu 7,4%; a receita cresceu 1,2%, mas o preço diminuiu 5,8%.

As exportações de carne suína avançaram 29,9% em receita; aumentaram 26,8% em volume e os valores foram 2,5% superiores a junho.

Já as vendas externas de carne bovina tiveram alta de 19,8% em receita; de 20% em volume e os preços ficaram praticamente estáveis. Os resultados foram influenciados pelo número de dias úteis nas bases de comparação. O mês passado teve 23 dias úteis; junho, 20 dias úteis e julho de 2012, 22 dias úteis.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pronaf garante seguro a agricultores familiares

Mecanismo beneficia produtors que vão financiar a safra 2013/2014; cobertura ocorre em casos de perdas superiores a 30%

por Globo Rural On-line
 Shutterstock
Para assegurar a cobertura do Seaf no ato da contratação, o produtor deve prestar atenção a alguns critérios pré-estabelecidos

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) informa que agricultores que vão contratar o financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para o custeio da safra 2013/2014 dispõem, além do crédito, de um mecanismo para assegurar a produção familiar em qualquer região do país.
O Seguro da Agricultura Familiar (Seaf) é feito automaticamente no ato de contratação de custeio do Pronaf. Pelo mecanismo, o agricultor pode aderir à cobertura adicional para pagamento de prestações de financiamento de investimento do Programa.

O Seaf garante 100% do valor financiado e mais uma parcela de renda até 65% da Receita Liquida Esperada do Empreendimento (RLE), limitada a R$ 7 mil. O agricultor tem direito à indenização quando tem perdas maiores que 30% causadas desastres como seca, geada, granizo, chuva excessiva, vendaval, ventos frios, variação excessiva de temperatura e doenças provocadas por fungos ou pragas sem método difundido de combate, controle ou profilaxia.

“Ao fazer o financiamento do Pronaf, o produtor tem o amparo do Seguro da Agricultura Familiar. O seguro da agricultura familiar cobre a dívida junto ao banco e garante, inclusive, uma pequena renda quando a sua atividade é totalmente afetada”, explica o secretário da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Valter Bianchini.

O produtor que quiser assegurar a cobertura deve apresentar a análise do solo da lavoura, observar o tipo de cultura mais adequada à sua região (zoneamento agrícola) e solicitar ao banco a vistoria prévia, no caso de lavouras permanentes ou temporárias que estejam implantadas antes da liberação dos recursos. 

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DA PECUÁRIA E DA PESCA




RELATÓRIO REFERENTE AO MÊS JUNHO DE 2013


ATIVIDADES

Síntese da ação
Assistidos  
Observação
Solicitação de alevinos para povoamento dos peq. açudes do município 
Comunidades rurais
120 milheiros de alevinos
Articulação entre a secretaria de Educação e da Agropecuária para implementação do PNAE.
Agricultores familiares e estudantes do município
-
Implantação do Programa Compra Direta. Parceria entre a Sec. Municipal da Agropecuária e Emater local
Agricultores e estudantes do município
Agricult. fornecedores 08
Entidades beneficiada 08
Pop. beneficiada 1.168
Carnes 1.362 kg
Hortaliças 1.307 kg
Bolos 1.775 kg
Queijo/manteiga 53 kg
Valor pago (R$) 34.742,35
Escavação de cacimbão, utilizando a retroescavadeira.
01 agricultor
2,0 horas trabalhadas.
Síntese da ação
Animais abatidos
Observação
Inspeção de animais abatidos no abatedouro público.
90 bovinos

90 animais abatidos oriundos de Olho D’Água do Borges
Número de produtores que realizaram a vacina contra febre aftosa até o dia 30 de junho de 2013.
87 produtores
1441 animais vacinados

Olho D’Água do Borges-RN, 05 de julho de 2013.
                                      

Ienilton Alves Gurgel
Diretor de Programa Especiais
Antônio Leandro Ferreira da Costa
Médico Veterinário


Antonio Wilson Gonzaga Dias
Secretario Municipal de Agricultura Pecuária da Pesca