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Blog dedicado a divulgar as ações desenvolvidas pela SMAPP do Olho D`água do Borges
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Rede social voltada ao agropecuarista se expande no Brasil
Usuários podem trocar informações, comprar, vender e consultar especialistas
por Karin Salomão Uma rede social voltada apenas para agricultores. Essa é a ideia do SojaBook, rede que já tem 20 mil membros, dos quais 8 mil são brasileiros. São usuários da China, Índia, Rússia, Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Colômbia e Chile, entre outros países. Os membros podem entrar em contato uns com os outros, construir grupos por assunto ou região, tirar dúvidas com especialistas e comprar e vender produtos.O criador do SojaBook, o argentino Mariano Torrubiano, testou diversas redes sociais, mas em nenhuma delas encontrava o ambiente ideal para conhecer outras pessoas do agronegócio. Consultou amigos do ramo, que também sentiam o mesmo. Surgiu aí a vontade de criar uma comunidade que reunisse agropecuaristas do mundo todo. Há um ano, lançou a Sojabook. Para lançar a rede, estiveram presentes em diversas exposições, como a Expoagro e Agrishow.
A sua equipe atualmente tem cinco pessoas: dois desenvolvedores, uma pessoa na área de comercialização e outra de marketing. Até agora, todo o investimento de Torrubiano saiu do próprio bolso. Há duas semanas, ele esteve no Brasil para a competição de start-ups Demobrasil. Ele buscava investidores, aceleradoras e parceiros brasileiros que o ajudassem a impulsionar a rede no Brasil. Segundo Torrubiano, “o Brasil é um dos principais produtores de alimento do mundo. São milhares de fazendeiros e pessoas que trabalham com o agronegócio, o que faz o país ser um grande potencial usuário da rede.”
Além de solucionar as dúvidas uns com os outros, os fazendeiros poderão consultar especialistas. Qualquer membro da rede pode se candidatar como especialista. Um engenheiro pode oferecer conselhos sobre manejo do solo e um zootecnista pode falar sobre sua área de atuação. O objetivo, entretanto, é que empresas de consultoria ou do setor, como de insumos, fertilizantes, sementes ou ração, por exemplo, ofereçam esse serviço gratuitamente ao usuário.
Os classificados, gratuitos, funcionam entre os próprios fazendeiros. Porém, o sistema de compra e venda será ainda mais desenvolvido. O site também abrigará um sistema de compras coletivas, ainda sem lançamento marcado. O Gauchón, como será chamado, permitirá aos agropecuaristas comprar com desconto. Para as empresas, será uma forma de conquistar novos clientes.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Primeiro trimestre teve maior abate de bovinos já registrado para o começo do ano
Volume de animais abatidos chegou a 8,1 milhões de cabeças, alta de 12,7%
por Agência Brasil
No Centro-oeste, o volume de bovinos abatidos cresceu 18% no período
O peso acumulado chegou a 1,9 milhão de toneladas, valor 13,2% maior que o do mesmo período de 2012. Apesar disso, houve recuo de 2,4% na comparação com o último trimestre do ano passado.
O crescimento do abate ocorreu em todas as regiões do país. O Sudeste teve a maior alta, de 18,1%, seguida pelo Centro-Oeste, com 17,5%. Norte (6,2%), Sul (8%) e Nordeste (2,3%) avançaram menos que a média nacional. Entre os estados, destacou-se Mato Grosso – além de ser o maior produtor teve alta de 20,5%.
O abate de frangos caiu 1,2% na mesma comparação e ficou em 1,3 bilhão de cabeças, quantidade que supera em 3,4% o último trimestre de 2012. O peso acumulado das carcaças alcançou 2,9 milhões de toneladas, 0,9% menor que o do primeiro trimestre de 2012 e 4,3% maior que o do último. A produção foi concentrada no Sul (60,2%) e no Sudeste (20,1%).
O abate de suínos subiu 1,7% em relação ao primeiro trimestre de 2012, para 8,9 milhões de cabeças, mas caiu 1,9% frente ao último período de 2012. O Sul também concentra a maior parte da produção do setor, com 65,8%.
A aquisição de leite cru teve queda de 1,4% na comparação com os três primeiros meses de 2012 e de 2013, e caiu 2% ante o trimestre imediatamente anterior. Nordeste, Centro-Oeste e Norte tiveram redução na produção. Cerca de um quarto (25,7%) do total produzido no país veio de Minas Gerais.
Já a aquisição de couro subiu 8,4% em relação ao mesmo trimestre de 2012 e 4,1% sobre o os últimos três meses de 2012, com 9,1 milhões de peças inteiras de bovinos.
A produção de ovos caiu 0,7%, ante o primeiro trimestre, e subiu 0,8% sobre o quarto trimestre de 2012. São Paulo (29,4%), Minas Gerais (10,5%) e Paraná (9,5%) lideram a produção.
Vai baixar a taxa de juros para empréstimos a médio e grande produtor do semiárido
Os recursos para
novos empréstimos na região atingida pela seca, foram anunciados pelo Governo
Federal e terão um valor global de R$ 3 bilhões para esses produtores por meio
do Plano Safra Semiárido.A grande novidade da proposta governamental para a
safra 2013/14 na região é a redução dos juros. No caso do médio produtor, as
taxas anuais para os financiamentos de custeio serão de 4% e os de
investimento, 2%. Já para o grande produtor, esses índices serão de 5% e de
3,5%, respectivamente. Pelo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) lançado em junho
deste ano, as taxas de juros variam entre 5,5% a 3,5%.
Em relação aos
empréstimos de investimento, essas taxas reduzidas referem-se ao financiamento
de infraestruturas produtivas adequadas à realidade da região. Por exemplo,
para financiar barragens, sisternas e poços; recomposição de rebanhos
(caprinos, ovinos e pecuária de leite); investimentos em culturas relevantes
para a região (mandioca, feijão, fruticultura, etc) e sistemas produtivos que
contemplem reserva de alimentos para animais.
Os médios
produtores do semiárido também serão beneficiados com R$ 10 milhões para
assistência técnica e extensão rural, além de diminuição da alíquota do prêmio
de 3% para 2% pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),
que assegura operações de custeio de até R$ 300 mil. A diferença dessa
modalidade é que ela isenta o produtor da dívida no caso de perdas de produção
por adversidades climáticas.
Fonte: Nordeste rural/Jatão
Exportações na safra 2012/2013 somam US$ 100,61 bilhões e batem recorde
As exportações do agronegócio na safra 2012/2013, que engloba o período de julho do ano passado a junho deste ano, registraram superávit (exportações maiores que importações) de US$ 83,91 bilhões, o maior para o período desde o início da série histórica em 1989. As exportações da safra ficaram em US$ 100,61 bilhões e também foram recorde.
No mês de junho, a balança comercial agrícola teve saldo comercial de US$ 7,9 bilhões. No primeiro semestre deste ano, o resultado foi superavitário em US$ 41,26 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (8) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O motivo do superávit mensal foram as vendas externas no valor de US$ 9,18 bilhões, que superaram as importações de US$ 1,28 bilhão. Entre os produtos que lideraram as exportações, o destaque foi o complexo soja. O grão, o farelo e o óleo de soja responderam por 45,6% das vendas externas do agronegócio no mês passado, o que equivale a US$ 4,18 bilhões em exportações. Em segundo lugar ficou o setor de carnes, que exportou US$ 1,27 bilhão. Em terceiro, o setor sucroalcooleiro, que vendeu US$ 1,15 bilhão em produtos para o exterior.
No período de janeiro a junho, as exportações ficaram em US$ 49,57 bilhões e as compras do exterior em US$ 8,32 bilhões. Os produtos agrícolas que encabeçaram as vendas foram o complexo soja (US$ 17,31 bilhões exportados), carnes (US$ 8,13 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 6,24 bilhões), produtos florestais (US$ 4,66 bilhões) e, ainda, o grupo cereais, farinhas e preparações (US$ 3,02 bilhões).
De acordo com o Mapa, os cinco setores ampliaram sua participação no total exportado do agronegócio passando de 76,2% no primeiro semestre de 2012 para 79,4% nos seis primeiros meses de 2013.
Fonte: Site Noticias Rurais.
Governo libera subvenção de R$ 700 milhões para manter preços do milho
Portaria é destinada a sustentar os valores, que estão pressionados pela colheita da safrinha recorde em Mato Grosso
por Estadão Conteúdo
Governo
também disponibilizou mais 1 milhão de toneladas para atender
avicultores, suinocultores e pecuaristas da área de abrangência da
Sudene
O governo autorizou a liberação de R$ 700 milhões para a operacionalização dos instrumentos de apoio à comercialização do milho pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No caso do Pepro e da recompra das opções, as operações são destinadas a produtores rurais, diretamente ou por meio de cooperativas. No caso da PEP e repasse das opções, as operações são destinadas aos consumidores e comerciantes de milho.
Outra portaria interministerial publicada hoje disponibiliza mais 1 milhão de toneladas de milho para atender avicultores, suinocultores e pecuaristas (boi, caprinos e ovinos) da área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Mercado Interno
Foto: Google imagens
Neste ano, o consumo per capita de carnes aumentou em relação ao ano anterior chegando a 37,4 kg para carne bovina; 43,9 kg de carne de aves e 14,1 kg de carne suína, refletindo o bom desempenho da economia brasileira. Também as carnes ovina e caprina, assim como a produção de leite e seus derivados, são consumidos majoritariamente no mercado interno brasileiro.
A nova legislação que prevê a fiscalização da qualidade do produto e os esforços empreendidos pelo País para erradicar doenças contribuem para o aumento da produção. Em 2008, por exemplo, aproximadamente 59 % do território nacional foram considerados pela Organização Internacional de Epizootias (OIE), livres da febre aftosa. Além disso, os estados da região sul possuem a menor prevalência de brucelose e tuberculose animal do país.
Fonte: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA |
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